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‘Defender a ciência é defender a soberania nacional’, afirma Maria Arraes ao falar sobre pesquisas que podem servir como tratamento para lesão medular
As pesquisas que vêm sendo realizadas pela doutora Tatiana Sampaio, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com o uso da polilaminina — substância experimental que ganhou repercussão nacional como possível tratamento para lesão medular — ganharam apoio da deputada federal Maria Arraes (Solidariedade-PE). Em vídeo divulgado em suas redes sociais, a parlamentar afirmou que é necessário que o poder público invista no desenvolvimento de pesquisas científicas.
“É por causa disso aqui que eu sempre vou defender ciência. Quem torce contra, eu sinto muito, mas a ciência venceu mais uma vez e vai seguir vencendo. E ver o presidente Lula ao lado da doutora Tatiana Sampaio é ver o Brasil que dá certo”, declarou a deputada, ao comentar um vídeo em que o presidente aparece conversando com a pesquisadora.
Segundo Maria Arraes, a polilaminina não é apenas um medicamento revolucionário brasileiro, mas também a prova de que, quando a universidade pública recebe investimento e o Estado decide apostar na própria inteligência, o país avança.
“É por isso que eu sempre venho aqui criticar quando querem aparelhar o Estado para servir a interesses estrangeiros e ao capital privado. Porque vocês sabem que não foi por acaso que Michel Temer [ex-presidente] sucateou pesquisas, cortou as verbas e enfraqueceu as nossas universidades”, criticou a parlamentar.
Tatiana Sampaio chefia o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular no Instituto de Ciências Biomédicas. Ela coordena o projeto que desenvolve a polilaminina e se tornou o principal nome ligado ao avanço das pesquisas sobre a substância no Brasil.
A declaração de Maria Arraes ocorre após a Anvisa autorizar, em janeiro deste ano, o início do primeiro estudo clínico de fase 1 com a polilaminina. O objetivo do estudo é avaliar a segurança da substância em cinco pacientes adultos com lesão aguda completa da medula espinhal torácica. Nesta fase, não se mede a eficácia, apenas possíveis reações adversas.
“O Brasil que a gente quer é um Brasil soberano, que investe na própria ciência e coloca o povo em primeiro lugar. Porque, quando a pesquisa é prioridade, quem ganha é a população. Com desenvolvimento, futuro e esperança”, destacou a deputada.

