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    A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) criticou a decisão do Ministério da Saúde de não incorporar a vacina para a prevenção do herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    “A decisão do Ministério da Saúde de não incorporar a vacina contra o herpes-zóster no SUS é mais um exemplo de como o governo falha em ouvir as dores da população, principalmente da parcela de pessoas com mais de 60 anos que sofre com as dores de uma doença séria”, afirmou a senadora em postagem nas redes sociais.

    De acordo com relatório divulgado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), disponível on-line, a vacina foi considerada de alto custo diante do impacto avaliado no combate à doença.

    “Negar essa incorporação é fechar os olhos e empurrar pacientes para a dor”, ressaltou Gabrilli.

    O herpes-zóster é uma condição causada pelo vírus varicela-zóster, o mesmo responsável pela catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece no organismo e pode ser reativado ao longo da vida, especialmente em pessoas idosas ou com o sistema imunológico comprometido.

    Em entrevista à Rádio Senado, a senadora destacou ainda a importância da prevenção, ressaltando que ela representa menor custo aos cofres públicos.

    “O meu relatório ao Projeto de Lei nº 4.426/2025 garante a imunização de pessoas a partir dos 50 anos e de maiores de 18 anos imunossuprimidos contra a doença”, pontuou a parlamentar.