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Natália Bonavides explica os benefícios da implantação do sistema de transporte gratuito para a sociedade; ‘Construindo os caminhos para viabilizar economicamente a aplicação da tarifa zero’
A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) falou sobre a implantação de um sistema onde o transporte público urbano seja feito de forma gratuita. A deputada na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (21), para discutir sobre a gratuidade integral e universal no transporte público.
Solicitada pelo deputado Gilmar Tatto (PT-SP), a audiência foi proposta com o intuito de discutir sobre a gratuidade no transporte público no sentido de destacar sua relevância para a sociedade, especialmente para os cidadãos em situação de vulnerabilidade social, como estudantes, idosos, pessoas com deficiência e trabalhadores de baixa renda.
Ao falar com o Poder Delas a deputada explicou como seria a implantação da tarifa zero e destacou que sua implantação a nível nacional é totalmente possível e até mesmo viável financeiramente falando.
Na opinião de deputada, garantir o direito à população de usar o transporte público de forma gratuita, é assegurar às pessoas o direito à cidade.
“Estamos aqui construindo os caminhos para viabilizar economicamente a aplicação da tarifa zero”, disse.
Sobre as dificuldades que ainda existem para a implantação da tarifa zero nas cidades brasileiras, a deputada ressalta que o principal impedimento é justamente a falta de recursos para financiar a gratuidade do serviço.
“Você tem vários formatos que podem viabilizar. Você tem tanto os recursos próprios dos municípios e todos os municípios que aplicaram recursos mostram que isso representa um percentual muito baixo do orçamento”, lembra.
A deputada diz ainda que, após estudos, pode se comprovar que o que os governos pagam para subsidiar as empresas de transporte público atualmente, poderia muito bem custear a aplicação da tarifa zero.
“Não se tem os dados para saber se o que se paga hoje de subsídio à essas empresas na verdade não seria o suficiente para muitas cidades implementar a tarifa zero”, explica Natália.

