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    Durante manifestação neste domingo (21) em Campo Grande (MS), a deputada federal Camila Jara (PT-MS), disse que a sociedade precisa se unir para não permitir que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Blindagem e nem o projeto de lei que trata de anistiar os manifestantes do dia 8 de janeiro de 2023 sejam aprovados no Congresso Nacional.

    “O Congresso tem que entender que quem está lá é para respeitar a vontade popular”, disse. “Golpistas, fascistas, não passarão”, completou.

    A deputada lembrou que os congressistas deveriam estar trabalhando para a aprovar a isenção do imposto de renda para quem ganha pouco mais de R$ 5 mil e o fim da escala 6×1.

    “Mas extremistas tomaram de assalto a pauta do país. E só falam em anistiar os crimes de Bolsonaro e em manter o cargo do Eduardo, que, dos EUA, destrói empresas e empregos no Brasil. Estão fazendo as famílias brasileiras pagarem pelo interesses de uma única família”, ressalta Jara.

    A deputada também explicou o motivo pelo qual não aparece seu voto contrário à PEC da Blindagem. Segundo ela, o sistema de votação da Câmara não registrou seu voto, uma vez que ela teve que se ausentar em razão de um evento no Vencer o Câncer, instituto do qual a deputada é madrinha. “Antes votei pela retirada de pauta da PEC, que não interessa ao país”, assegurou.