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Vereadora de Pindamonhangaba cria projeto para capacitar mulheres na área da construção civil; ‘A autonomia financeira dá mais ainda liberdade de escolha’
A Comissão de Defesa dos Direito das Mulheres da Câmara dos Deputados recebeu, nesta quarta-feira (17), a vereadora de Pindamonhangaba (SP), Ana Paula Goffi (União) para que ela pudesse falar sobre seu projeto, o Mulheres que Constroem, que é voltado para a capacitação profissional de mulheres na área da construção civil.
Com o intuito de qualificar e inserir as mulheres no mercado de trabalha, com foco em mulheres que foram vítimas de violência doméstica, o projeto visa colocar as mulheres em uma área que geralmente é dominada pelo público masculino.
Porém, o que o projeto tem descoberto e revelado, é que, na prática, as mulheres acabam tendo vantagens em relação aos homens, uma vez que por terem maior domínio em suas habilidades, elas conseguem fazer um trabalho mais delicado e preciso justamente em uma área que até então era ocupada apenas por homens.
Ao falar com o Poder Delas, a vereadora Ana Paula Goffi explicou sobre o projeto e comentou sobre a importância da independência financeira para as mulheres, principalmente às essas mulheres que são vítimas de algum tipo de violência ou discriminação.
“A gente forma mulheres para a construção civil, levando a elas autonomia, dignidade e fazendo com que ela saia dessa violência e prospere”, explica a vereadora.
Ana Paula lembra que o projeto vem para fortalecer essa ideia de que a mulher pode ocupar o lugar que ela quiser. Por isso, o projeto atua em uma área que, até pouco tempo atrás, era impensável falar em mulher pedreira ou atuante em outros segmentos da construção civil.
“O lugar da mulher é onde ela quiser e, na realidade, se puder para que todas possam ter autonomia, porque a autonomia financeira dá a ela mais ainda liberdade de escolha”, diz a vereadora.
Para Ana Paula Goffi, o empoderamento da mulher passa direta e indiretamente pela autonomia financeira, ou seja, não adianta proteger a mulher apenas no aspecto social, mas é preciso também ajudá-las com programas e projetos que visam sua independência financeira.
“É com essa liberdade que ela pode fazer as suas opções, seguir os caminhos, poder superar as dificuldades, e é nisso que eu acredito”, afirma.
