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‘A gente quer realmente desvendar para o Brasil quem assaltou os aposentados, os idosos, os velhinhos que trabalharam a vida toda’, diz Carolina De Toni ao comentar sobre CPMI do INSS
Depois de elegerem o presidente e o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as possíveis fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a escolha do senador Carlos Viana (PODEMOS/MG) e do depuatdo federal Alfredo Gaspar (UNIÃO/AL) respectivamente, os trabalhos já devem começar nesta terça-feira (26).
De acordo com Viana, os trabalhos desta terça-feira devem ser a votação de requerimentos solicitando servidores da Controladoria-Geral da União (CGU), da Polícia Federal e do próprio INSS para auxiliar nas investigações; já na quinta-feira (28) eles devem votar o plano de trabalho.
Para a deputada federal Carolina De Toni (PL-SC), a CPMI terá o papel de passar a limpo um esquema fraudulento que “assaltou” a população idosa do país. Por isso, a parlamentar protocolou um requerimento impedindo que CPIs sejam presididas ou relatadas por deputados que não assinaram seu pedido de criação.
“A gente quer realmente desvendar para o Brasil quem assaltou os aposentados, os idosos, os velhinhos que trabalharam a vida toda, ganham um dinheiro praticamente insuficiente para sobreviver e ainda são saqueados”, diz De Toni. “E aí nós vemos o governo tentar minar essa investigação para não chegar à verdade dos fatos”, completa.
A deputada não fará parte da comissão, nem como titular e nem suplente, porém, diz que irá acompanhar os trabalhos de perto, pois, segundo ela, a investigação precisa ser feita, “doa a quem doer”.
“Governo que tiver que investigar, vai ter que ser investigado, porque isso é o dinheiro do povo para o povo brasileiro”, critica De Toni.
A comissão tem como objetivo central investigar descontos indevidos em benefícios de segurados do INSS O pedido de criação da CPMI foi apresentado em 12 de maio pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT).
De acordo com investigações da Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), que levaram ao afastamento de servidores públicos e na demissão do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, entre os anos de 2019 e 2025, foram desviados o montante total de aproximadamente R$ 6,3 bilhões.

