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‘Sem armas, onde pode prevalecer o amor. E o amor nos humaniza e nos cura’, diz ministra Margareth Menezes em evento da ONU na França
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, discursou, no último dia (18), na abertura da 10ª Conferência das Partes da Convenção 2005, na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em Paris, na França. O evento, que faz parte das celebrações dos 20 anos da Convenção sobre a Diversidade das Expressões Culturais, reuniu 186 países signatários e a União Europeia para avaliar o progresso alcançado na implementação da conferência e traçar o futuro de suas ações.
“O governo do presidente Lula e a nossa gestão no Ministério da Cultura têm atuado na promoção e valorização da cultura brasileira no âmbito internacional. Essa missão na UNESCO fortalece nossa atuação e renova os compromissos com a diversidade cultural e com a força da cultura no mundo”, diz Menezes.
O evento também pretende avaliar a implementação do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural, e quer definir as orientações das estratégicas que determinarão as futuras atividades do Comitê Intergovernamental, formado por 24 países eleitos, para a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais para o período 2026-2027.
“Esta conferência é um momento de renovação do nosso pacto coletivo pela atualização e fortalecimento desta convenção para as novas gerações. Seguiremos colaborando com os estados partes, a Unesco e a sociedade civil, para fazer da cultura um bem público global, reforçando a diversidade das expressões culturais e afirmando a nossa humanidade”, discursou a ministra.
Menezes disse ainda que o governo brasileiro está disposto a proteger a diversidade cultural e garantir um futuro mais justo, mais plural, e mais humano.
“Enquanto alguns apostam em ideias bélicas, nós apostamos em ideias belas, ideias de esperança e de futuro. Acreditamos na esperança como irmã da cultura. Existem outras saídas para os desafios globais”, ressaltou a ministra. “Sem armas, onde pode prevalecer o amor. E o amor nos humaniza e nos cura”, completou.

