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    A deputada federal Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ) usou a tribuna da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (5), para dizer que está sendo “barrada” ao tentar acessar espaços dentro da Casa. Segundo a parlamentar, que fez a denúncia em plenário, a situação se tornou recorrente e, portanto, ela afirma que gostaria de saber os motivos.

    “Hoje, mais uma vez, fui impedida de entrar na plenária. Qual a justificativa? A minha roupa? A minha cor? Se fosse uma mulher branca, teria o mesmo tratamento? Isso teria acontecido?”, indagou a deputada.

    Segundo a deputada, o constrangimento tem ocorrido em diversos acessos da Casa, como nos elevadores que levam os parlamentares até seus gabinetes, e até mesmo no plenário, local onde, em tese, seria o espaço mais democrático da Câmara.

    “Fiz esse registro em plenário porque não posso mais aceitar esse tipo de constrangimento. Sou uma mulher negra, deputada federal, e ocupo esse espaço com muito orgulho e responsabilidade, exijo respeito”, afirma. “Não é possível que, em pleno 2025, a cor da pele ainda seja motivo de dúvida ou suspeita.”

    A deputada Enfermeira Rejane é conhecida por sua atuação em defesa dos representantes da categoria dos técnicos, auxiliares e enfermeiros. Sua carreira na política começou como deputada estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde permaneceu por 12 anos.

    Já na Câmara dos Deputados, ela assumiu o cargo em janeiro deste ano, depois que o ex-deputado Washington Quaquá (PT-RJ) deixou o mandato para ocupar a cargo de prefeito do município de Maricá (RJ).

    Para a deputada, não há dúvidas de que os constrangimentos ocorrem simplesmente pelo fato dela ser mulher negra. “Infelizmente, quando uma mulher negra ocupa um espaço de poder, ainda tentam colocar em dúvida sua legitimidade. Isso é inaceitável — e eu não vou me calar diante do preconceito”, ressalta.

    A deputada federal Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ) usou a tribuna da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (5), para dizer que está sendo “barrada” ao tentar acessar espaços dentro da Casa. Segundo a parlamentar, que fez a denúncia em plenário, a situação se tornou recorrente e, portanto, ela afirma que gostaria de saber os motivos.

    “Hoje, mais uma vez, fui impedida de entrar na plenária. Qual a justificativa? A minha roupa? A minha cor? Se fosse uma mulher branca, teria o mesmo tratamento? Isso teria acontecido?”, indagou a deputada.

    Segundo a deputada, o constrangimento tem ocorrido em diversos acessos da Casa, como nos elevadores que levam os parlamentares até seus gabinetes, e até mesmo no plenário, local onde, em tese, seria o espaço mais democrático da Câmara.

    “Fiz esse registro em plenário porque não posso mais aceitar esse tipo de constrangimento. Sou uma mulher negra, deputada federal, e ocupo esse espaço com muito orgulho e responsabilidade, exijo respeito”, afirma. “Não é possível que, em pleno 2025, a cor da pele ainda seja motivo de dúvida ou suspeita.”

    A deputada Enfermeira Rejane é conhecida por sua atuação em defesa dos representantes da categoria dos técnicos, auxiliares e enfermeiros. Sua carreira na política começou como deputada estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), onde permaneceu por 12 anos.

    Já na Câmara dos Deputados, ela assumiu o cargo em janeiro deste ano, depois que o ex-deputado Washington Quaquá (PT-RJ) deixou o mandato para ocupar a cargo de prefeito do município de Maricá (RJ).

    Para a deputada, não há dúvidas de que os constrangimentos ocorrem simplesmente pelo fato dela ser mulher negra. “Infelizmente, quando uma mulher negra ocupa um espaço de poder, ainda tentam colocar em dúvida sua legitimidade. Isso é inaceitável — e eu não vou me calar diante do preconceito”, ressalta.