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‘Não me representa’, diz Chris Tonietto sobre eleição de Erika Hilton para presidir Comissão da Mulher da Câmara
A deputada federal Chris Tonietto (PL-RJ) comentou, em postagem nas redes sociais, a eleição da deputada Erika Hilton (Psol-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados do Brasil. O colegiado realizou a eleição nesta quarta-feira (11).
Erika Hilton venceu a disputa com 11 votos, enquanto houve dez votos em branco. Ela substituirá a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG) na presidência da comissão.
Em publicação nas redes sociais, Chris Tonietto afirmou que a Comissão da Mulher foi criada para representar as mulheres brasileiras, que correspondem a mais de 50% da população.
A parlamentar também afirmou que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi criada para defender e representar os direitos das mulheres dentro do Congresso Nacional. Segundo ela, o fato de Erika Hilton ser uma mulher trans, nascida biologicamente do sexo masculino, a impediria de compreender os problemas e desafios enfrentados pelas mulheres.
“Colocar uma pessoa que não tem condição de entender os problemas, lutas e desafios da mulher para presidir a Comissão da Mulher é um retrocesso e um desrespeito para com todas nós”, afirmou Chris Tonietto. “Não me representa”, completou.
Além da presidência, o colegiado também elegeu a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) para a 1ª vice-presidência; Delegada Adriana Accorsi (PT-GO) para a 2ª vice-presidência; e Socorro Neri (PP-AC) para a 3ª vice-presidência. Todas receberam 11 votos, com dez votos em branco para cada cargo.
Entre as prioridades anunciadas pela nova gestão da comissão estão:
• fiscalizar a rede de proteção e as Casas da Mulher Brasileira;
• enfrentar a violência política de gênero;
• promover políticas de saúde integral para as mulheres.

