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‘A cada dois minutos, uma mulher liga para o 190 pedindo socorro’, alerta Juliana Cardoso
A deputada federal Juliana Cardoso usou as redes sociais para denunciar uma particularidade cruel da sociedade brasileira. Segundo a parlamentar, a cada dois minutos uma mulher liga para o 190 da Polícia Militar pedindo ajuda contra algum tipo de ameaça por violência doméstica.
“A cada dois minutos, uma mulher liga para o 190 pedindo socorro. Por trás de cada chamada, existe uma história de medo, violência e urgência por proteção. Enquanto as taxas de feminicídio seguem aumentando, fica ainda mais evidente que enfrentar essa realidade exige ação firme: aplicação rigorosa das leis, canais seguros de denúncia e redes de acolhimento que realmente funcionem”, disse Juliana Cardoso na postagem.
A deputada ressalta que, além da aplicação da lei e da implantação de canais seguros para denúncias, também é necessário aprender a reconhecer casos de violência e denunciá-los.
“Mas também é fundamental reconhecer os primeiros sinais de violência e não silenciar diante deles. Identificar, apoiar e agir pode salvar vidas”, afirmou a parlamentar.
A Central de Atendimento à Mulher – Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço de utilidade pública voltado ao enfrentamento da violência contra as mulheres. A ligação é gratuita e o atendimento funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.
O serviço pode ser acessado de qualquer lugar do Brasil ou por meio de chat no WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. Em casos de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
“Se você já viveu ou conhece alguém que vive uma situação de violência doméstica, saiba: você não está sozinha e há caminhos para buscar ajuda. Precisamos falar sobre isso, denunciar e fortalecer a proteção às mulheres”, afirmou a deputada.
O Ligue 180 presta os seguintes atendimentos:
- Orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento, como a Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referência, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas e Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres;
- Informações sobre a localização de serviços especializados;
- Registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes;
- e registro de reclamações e elogios sobre os atendimentos prestados pelos serviços da rede de atendimento.

