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‘Se hoje estamos em cargos eletivos, podemos ter voz, vez e poder de decisão’, diz Jussara Lima ao celebrar conquista do voto feminino no Brasil
A senadora Jussara Lima (PSD-PI) afirmou que a conquista do voto feminino no país, ocorrida em 1932, representou um avanço nos âmbitos político, social e econômico. Segundo a parlamentar, a possibilidade de exercer a democracia por meio da escolha dos governantes ampliou o poder de decisão e de interferência das mulheres nos rumos da nação.
“Menos de um século nos separa de estarmos na política de hoje para o impensável antes. Se hoje estamos em cargos eletivos, podemos ter voz, vez e poder de decisão, é graças à luta de mulheres que foram às ruas pelos direitos de todas nós”, escreveu a senadora em postagem nas redes sociais.
O voto feminino no Brasil foi reconhecido em 1932 e incorporado à Constituição de 1934, inicialmente de forma facultativa. Em 1965, tornou-se obrigatório, sendo equiparado ao dos homens.
“Um lembrete de que cada voto, cada decisão e cada espaço ocupado é fruto da coragem de quem veio antes e da responsabilidade de seguir abrindo caminhos para as que virão”, afirmou Jussara Lima.
A história do voto feminino no Brasil percorreu uma longa trajetória, marcada por décadas de debates e militância que envolveram nomes como o da bióloga Bertha Lutz e o da advogada Natércia da Silveira, além de professoras, escritoras, farmacêuticas e dentistas.
A conquista foi resultado do esforço de milhares de mulheres, incluindo profissionais liberais que editavam jornais sufragistas e pressionavam a Justiça pela obtenção de títulos eleitorais em todo o país desde o final do século XIX.

