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A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), participou das festividades da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, ocorrida no sábado (28). O evento é baseado na peça teatral brasileira criada por Epaminondas Mendonça, em 1951, com base na Paixão, celebrada todos os anos durante a Semana Santa na cidade de Brejo da Madre de Deus (PE).

“Minha gente, a @paixaodecristooficial de Nova Jerusalém, lá em Brejo da Madre de Deus, é ainda mais especial este ano: marca os 100 anos de Plínio Pacheco, idealizador do espetáculo no maior teatro a céu aberto do mundo. Por lá, tive a oportunidade de conhecer o elenco deste ano, como a querida atriz @bethgoulartoficial”, relatou a governadora em postagem nas redes sociais.

De acordo com informações disponíveis na internet, a partir de 1995, a peça passou a contar sempre com a presença de atores e atrizes da Rede Globo, que patrocina o evento. O teatro, o maior do mundo, possui uma área de 100.000 m² (cem mil metros quadrados).

“Há 57 anos, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém emociona o povo de Pernambuco e do mundo, levando a mensagem de amor e fé. É espetacular! Aproveito para agradecer a acolhida de Marina, Tânia, Robinho, Binho, Gabi e de toda essa família incrível, que segue preservando com tanto carinho o legado de Plínio Pacheco. Parabéns por mais um ano de sucesso”, escreveu a governadora.

A governadora Raquel Lyra também participou, neste domingo (29), da missa do Domingo de Ramos, na cidade de Poção. Movidos pela fé e pela devoção, os peregrinos seguiram em oração até o famoso Cruzeiro da região, reconhecido como um grande Centro Bíblico Visual, onde puderam contemplar os mistérios da Paixão do Senhor.

“Tem coisa que a gente não explica, a gente sente e vive, minha gente. O Domingo de Ramos em Poção é assim. É ver a fé do nosso povo ganhar forma no caminho, no abraço, na emoção de quem chega, de quem reza, de quem agradece. É a feira cheia de vida, as cores, os cheiros, os sons, as texturas que contam quem a nossa gente é”, disse Raquel Lyra.

A governadora ressaltou ainda que viver essas experiências religiosas é sentir a cultura acontecendo “diante dos nossos olhos”. “E como é bonito ver tudo isso de perto, porque é assim que a gente se reconhece e entende a força do nosso povo”, diz.