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‘Depois de quase 8 anos de espera, a justiça foi feita’, lembra Maria do Rosário ao comentar julgamento do assassinato de Marielle Franco
A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) comentou a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu as penas dos cinco réus acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro (RJ). As penas aplicadas variam de 9 a 76 anos de reclusão.
“Depois de quase 8 anos de espera, a justiça foi feita. A condenação dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson é um recado claro de que o Brasil não pode mais tolerar a violência política, nem o poder das milícias sobre a vida do povo”, escreveu a deputada em suas redes sociais.
A Turma também condenou Rivaldo Barbosa por obstrução à justiça e corrupção passiva, afastando a acusação de homicídio por não haver provas de sua participação direta nos assassinatos.
Além das penas privativas de liberdade, o colegiado fixou indenização de R$ 7 milhões para reparação dos danos morais causados às famílias das vítimas.
“Nada trará Marielle e Anderson de volta, mas a responsabilização rompe com a lógica da impunidade e afirma: crimes políticos não serão esquecidos”, declarou Maria do Rosário.
Segundo a deputada, as condenações não trarão a vereadora de volta, mas servem como consolo para a família e como resposta à sociedade, que se comoveu com a morte de Marielle Franco.
“Marielle vive. Vive na luta por justiça, na defesa das mulheres, das periferias e da democracia. Vive em cada voz que se levanta contra o ódio e a violência”, afirmou a parlamentar.

