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    “Gente, quantas mulheres surdas enfrentam o medo e o silêncio nos hospitais deste Brasil. Imagine uma mãe, no momento mais especial de sua vida, o parto, sem conseguir entender o que os médicos dizem ou sem poder expressar o que sente. Isso é desumano e precisa acabar”, afirmou a senadora.

    De acordo com Damares, caso seja aprovado, o projeto não será apenas mais uma lei, mas uma ferramenta para assegurar mais dignidade, proteção e respeito à vida.

    “Nossa luta é para que o atendimento seja humanizado de verdade. O acompanhante é direito, mas a comunicação clara é uma necessidade básica para a segurança dessas mulheres”, disse a parlamentar.

    Dados oficiais indicam que mulheres surdas no Brasil representam cerca de 46% das mais de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva no país. Elas enfrentam barreiras comunicacionais e maior risco de violência doméstica, cenário potencializado pelo sexismo e pelo capacitismo.

    “Estamos falando de milhões de brasileiras que hoje dependem da nossa voz para serem ouvidas. Não vamos deixar de trabalhar enquanto a acessibilidade não for uma realidade em cada canto deste país”, afirmou Damares Alves.

    A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) anunciou, nesta quinta-feira (19), em suas redes sociais, o protocolo do projeto de lei 559/26, de sua autoria, no Senado. A proposta tem o objetivo de garantir às mulheres surdas o direito a intérprete de Libras e a tecnologias assistivas durante consultas, exames e procedimentos de saúde.

    “Gente, quantas mulheres surdas enfrentam o medo e o silêncio nos hospitais deste Brasil. Imagine uma mãe, no momento mais especial de sua vida, o parto, sem conseguir entender o que os médicos dizem ou sem poder expressar o que sente. Isso é desumano e precisa acabar”, afirmou a senadora.

    De acordo com Damares, caso seja aprovado, o projeto não será apenas mais uma lei, mas uma ferramenta para assegurar mais dignidade, proteção e respeito à vida.

    “Nossa luta é para que o atendimento seja humanizado de verdade. O acompanhante é direito, mas a comunicação clara é uma necessidade básica para a segurança dessas mulheres”, disse a parlamentar.

    Dados oficiais indicam que mulheres surdas no Brasil representam cerca de 46% das mais de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva no país. Elas enfrentam barreiras comunicacionais e maior risco de violência doméstica, cenário potencializado pelo sexismo e pelo capacitismo.

    “Estamos falando de milhões de brasileiras que hoje dependem da nossa voz para serem ouvidas. Não vamos deixar de trabalhar enquanto a acessibilidade não for uma realidade em cada canto deste país”, afirmou Damares Alves.