Subscribe to Updates
Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.
Damares Alves comemora sanção de lei de sua autoria que permite somar ao prazo da licença-maternidade o tempo de internação hospitalar da mãe ou bebê após o parto
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) celebrou a sanção presidencial da lei de sua autoria que que permite somar ao prazo da licença-maternidade o tempo de internação hospitalar da mãe ou do bebê após o parto, caso a internação seja superior a duas semanas.
A lei vem para corrigir a realidade atual que diz que a licença dura 120 dias e a mulher tem direito ao salário-maternidade, cujos custos devem ser arcados pela Previdência Social. O afastamento da gestante ocorre entre o 28º dia que antecede o parto e a data de nascimento do bebê.
Agora, com a nova lei, será possível, em casos em que a internação supere duas semanas, o tempo no hospital será adicionado ao prazo de 120 dias da licença-maternidade.
Ao falar com o Poder Delas, nesta terça-feira (30), a senadora Damares Alves externou sua alegria em ver a lei sancionada e destacou que, na prática, a nova legislação irá garantir mais qualidade de vida às gestantes e seus bebês.
“A licença maternidade, agora, começa a contar a partir do momento em que o bebê ou mãe sai do hospital. O que isso significa? Um bebezinho prematuro, que fica no hospital, às vezes, dias, nós temos casos de meses, e às vezes quando o bebê sai do hospital, acabou a licença-maternidade”, explica Damares.
A senadora lembra que essa lei fará toda diferença no dia a dia das mães e das crianças, uma vez que que é justamente em casa onde mais a criança e a mãe precisam de cuidados.
“É o momento que mais o bebê vai precisar da mãe. Porque nós sabemos que no hospital há uma equipe de profissionais que cuidam dele, mas em casa, é só ele e a mãe”, diz Damares.
Ela ressalta ainda que a lei visa atender não apenas os bebês que precisam de internação após o parto, mas também as mães, já que muitas ficam internadas por alguma complicação pós-parto.
“Nós temos casos de mulheres que já ficaram um mês internada. Aí quando ela volta para casa já está acabando a licença-maternidade. Então, a lei agora vai funcionar assim: conta licença-maternidade quando os dois estiverem em casa, bem e saudáveis”, afirma a senadora. “Eu acho que o Brasil dá uma lição para o mundo inteiro de humanização, e de cuidado com a mãe e com o bebê”, completa.

