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Socorro Neri participa de sessão solene em homenagem ao Dia da Amazônia; ‘Proteger a Amazônia exige coragem política, senso de responsabilidade e de urgência’
No dia 5 de setembro, comemorou-se o Dia da Amazônia. A data, que foi pensada como referência à criação da Província do Amazonas, em 1850, por D. Pedro II, foi tema de uma sessão solene, ocorrida no mesmo dia, para homenagear uma das regiões mais importantes do país e do mundo.
A deputada federal Socorro Neri (PP-AC), participou da sessão e se posicionou a favor da região, ao dizer que “proteger a Amazônia exige coragem política, senso de responsabilidade e, mais do que nunca, senso de urgência”.
“Como amazônida, nascida num seringal do Acre, tenho busco inserir o nosso mandato ao qual eu chamo de ‘mandato do bem coletivo’. E essa discussão em defesa da Amazônia e das pessoas que nela habitam. Todos nós sabemos que os impactos da crise climática não são iguais para todos”, afirmou Neri.
Para a deputada, é um contrassenso uma região tão rica, como a Amazônia, ainda ter populações locais convivendo com pobreza e misérias. Segundo ela, o poder público precisa se posicionar diante desses fatos e criar mecanismos para solucionar esses problemas o mais rápido possível.
“A legislação ambiental não pode sofrer retrocessos. Não dá mais para imaginarmos viver na Amazônia com toda a sociobiodiversidade que ela contém e termos ali bolsões de miséria, índices de desenvolvimento humano baixos. Precisamos entender que a ciência, a tecnologia, aportadas por políticas públicas potentes, efetivas, podem sim garantir o desenvolvimento com dignidade de quem mora na Amazônia”, diz a deputada.
Também ao comentar sobre a preservação ambiental da região, Socorro Neri lembra que manter a preservação e a biodiversidade, não é algo antagônico, e que isso é possível de ser realizado.
“Os povos indígenas, comunidades tradicionais, extrativistas e populações periféricas sofrem de forma desproporcional os efeitos da seca, das enchentes, da degradação ambiental, do aumento de temperatura. Fazer justiça climática, é garantir que essas populações tenham voz, direitos e oportunidades diante da transição ecológica tão necessária”, ressalta Neri.

